A Nvidia está trabalhando duro na próxima geração dos gráficos dos videogames e isso interessa aos editores porque as placas boas para jogos são boa para editar.

Em agosto do ano passado, a companhia anunciou sua nova geração de placas de vídeo, batizadas de RTX. Elas utilizam uma tecnologia chamada “ray tracing”, que basicamente permite que reflexos e sombras renderizados em um ambiente digital se comportem da mesma maneira do que na vida real.

O problema é que essa brincadeira custava, no mínimo, US$500. Preço salgado, até para o padrão da gringa. Pois bem, nesta CES 2019, depois de uma série de demonstrações de poderio, a companhia anunciou a RTX 2060, uma placa de vídeo mais acessível que permite tirar proveito do ray tracing e de várias outras tecnologias que envolvem inteligência artificial e ganhos de performance.

A RTX 2060 esbanja nos números: são 240 tensor cores com 52 teraflops de capacidade para deep learning, 6GB de RAM GDDR6 e 5 giga-rays de performance para ray tracing em tempo real. O preço? US$349 – ou R$ 1.300 na cotação atual.

Para que deep learning? As GPUs RTX possuem algo chamado DLSS, uma tecnologia que substitui o anti-aliasing e promete resoluções melhores sem perda de performance.

O CEO da Nvidia, Jensen Huang, disse durante a conferência que a RTX 2060 é mais rápida do que a 1070 Ti e 60% mais poderosa do que a GTX 1060.

A nova placa de vídeo começará a ser comercializada no dia 15 de janeiro em alguns mercados – o início das vendas se dará em computadores Dell Alienware, Acer, HP, entre outras.