Mais um evento de destaque do VII Seminário Internacional de Cinema e Audiovisual – CineFuturo, os “Diálogos” serão realizados de 25 a 28 de julho, na Sala Principal do Teatro Castro Alves, com a participação de convidados ilustres do Brasil, França e Estados Unidos. No dia 25 (segunda-feira), às 14h, o produtor e cineasta Zelito Viana e jornalista e a pesquisadora Maria do Rosário Caetano destacarão o tema “Zelito, Boal e o Teatro do Oprimido”, No dia 26 (terça), 15h, o polêmico diretor norte-americano da trilogia “Zeitgeist” Peter Joseph abordará “O cinema na era da viralidade”, com a participação do jornalista Messias Bandeira. No dia 27 (quarta), 15h, o jornalista e sociólogo Gilberto Felisberto Vasconcelos versará sobre “Kivideobiopsicomassafolk”, com a interação do jornalista João Carlos Teixeira Gomes (Joca). E no dia 28 (quinta), também às 15h, será a vez do crítico e escritor francês Antoine De Baecque, que falará sobre “Godard, Truffaut e a Nouvelle Vague”.

INSCRIÇÕES – Os participantes inscritos no Seminário terão acesso a todos os diálogos, mesas-redondas e filmes, com direito a certificado com carga horária de 24h. O valor da inscrição é R$ 50,ou R$ 25, (para professores universitários ou da rede pública e privada de ensino, e estudantes). Os interessados devem preencher um cadastro no site do evento, onde estão os detalhes sobre as inscrições e a programação completa.

Idealizado e coordenado pelo cineasta baiano Walter Lima, o CineFuturo é uma realização da VPC Cinemavídeo com o patrocínio da Oi, Petrobras, Ministério da Cultura – Fundo Nacional da Cultura – Secretaria de Cultura do Estado da Bahia – Fazcultura. Apoio Oi Futuro, UFBA e Rede Bahia. A produção é da Mil Produções.

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DIÁLOGOS

Sala Principal do Teatro Castro Alves

25/07- 14h – segunda-feira

“Zelito, Boal e o Teatro do Oprimido” – Uma conversa com o produtor e cineasta Zelito Viana sobre sua trajetória no cinema e na televisão, e a influência do teatrólogo Augusto Boal (1931-2009) na sua carreira. No documentário “Augusto Boal e o Teatro do Oprimido”, lançado no ano passado, Viana mostra a trajetória do teatrólogo, que entendia o teatro como meio de transformação subjetiva do ser humano e de transformação objetiva da sociedade. Em paralelo, ele também mostra a evolução do teatro do Oprimido que está em plena atividade em 72 países desde a década de 70. Participação da jornalista e pesquisadora do cinema latino-americano, Maria do Rosário Caetano.

26/07 15h – terça-feira

“O Cinema na era da viralidade” – O polêmico cineasta norte-americano Peter Joseph ganhou fama no mundo inteiro com a produção dos filmes da trilogia “Zeitgeist”. A divulgação de seus filmes foi feita inteiramente na internet e cerca de 300 milhões de pessoas assistiram. Na era das redes sociais, a viralidade pode ser uma estratégia, mas também ocorre de forma espontânea. Qual o reflexo dessa inovação na sétima arte? Participação do jornalista Messias Bandeira.

27/07 – 15h – quarta-feira

“Kivideobiopsicomassafolk” – O jornalista, sociólogo, escritor e professor Gilberto Felisberto Vasconcelos aborda a análise dos signos produzidos pela mídia hegemônica. Ele é o autor de vídeos como Esporte Mata, Criminalidade Acadêmica, O Dólar Contra o Sol na Terra do Etanol, Kivídeorádio, Golpe de Estado (cassação do governador do Maranhão, Jackson Lago) e Capitalismo e Crise Financeira. Participação do jornalista João Carlos Teixeira Gomes (Joca).

28/07 – 15h – quinta-feira

“Godard, Truffaut e a Nouvelle Vague” – O francês Antoine De Baecque foi um dos principais críticos dos Cahiers du Cinéma nos anos 1980-90. Na década de 90, retornou sistematicamente à obra de Tim Burton, acompanhando sua evolução e traçando as diretrizes de um livro que seria publicado em 2005. No período 1996-98, foi redator-chefe dos Cahiers. Publicou várias obras, entre elas a biografia de François Truffaut (1996, em parceria com Serge Toubiana), La nouvelle vague – portrait d’une jeunesse (1998) e La cérémonie du pouvoir (2002). Recentemente, escreveu o roteiro do documentário “Godard, Truffaut e a Nouvelle Vague” (Emmanuel Laurent, 2009) e lançou a celebrada biografia de Godard (2010).

FONTE:http://www.cultura.ba.gov.br